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quinta-feira, outubro 08, 2009

Prêmio Nobel da PAZ 2009



Um título que muita gente merece mas nem sonharia em ganhar: o Prêmio Nobel da Paz. O mais esperado e mais concorrido também. Vai ser anunciado amanhã em Oslo, na Noruega. Quem se arrisca em apostar no vencedor?

Lá se vão mais de cem anos desde que a busca pela paz no mundo começou a ser premiada. No início, o Nobel da Paz, o de maior prestígio entre todas as cinco premiações, era oferecido apenas aos criadores de movimentos pacifistas, que resolviam conflitos de guerra.
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O conceito de paz se estendeu para questões políticas, humanitárias, de desarmamento e meio ambiente. Tudo que ajude a tornar o planeta um lugar melhor. Foi a preocupação com a preservação da natureza que deu ao ex-vice-presidente americano Al Gore o Nobel da Paz, em 2007.
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O critério é tão extenso que surgem algumas curiosidades. Por exemplo: qualquer pessoa pode concorrer. Basta que o nome seja sugerido por um parlamentar do país. Cada um escolhe da melhor forma que entender quem merece entrar para essa lista.
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Você sabia que o ditador Adolf Hitler, principal responsável pelo Holocausto, foi indicado ao Prêmio Nobel da Paz? E que o hindu Mahatma Gandhi, o maior defensor da não-violência, nunca foi premiado?
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Para o Nobel da Paz de 2009, 205 pessoas foram indicadas. Os presidentes Barack Obama, dos Estados Unidos, e o francês Nicolas Sarkozy são concorrentes. Mas nas páginas de aposta da internet, eles não têm muitas chances.
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A ativista dos direitos humanos, a afegã Seema Samar encabeça a lista, seguida pela senadora colombiana Piedad Cordoba, que luta pela libertação de reféns das Forças Revolucionárias da Colômbia e pelo professor de filosofia, o jordaniano Ghazi bin Muhammad.
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Na bolsa de apostas aparecem ainda o cantor Michael Jackson, que morreu em junho, e o ex-presidente americano George Bush, que está na lanterna, como azarão. Enquanto a vitória da favorita Seema Samar pode pagar US$ 4 para cada US$ 1 apostado, na vitória de Bush cada dólar investido pode render US$ 500 ao apostador.

Por um mundo melhor


Pior a emenda que o soneto...
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Numa altura em que os "stocks" de cereais a nível mundial diminuem drasticamente - provocando um aumento nos preços de bens alimentares -, os programas de auxilio internacional lutam desesperadamente com falta de dinheiro e meios e milhões enfrentam o problema da fome é no mínimo um contracenso os países mais ricos continuarem a insistir na utilização de biocombustíveis e utilizar cereais para a produção de combustível. O preço do álcool no Brasil é um exemplo (embora não seja cereal) vejam o que acontece com o preço do combustível e do açúcar!
O real efeito será que milhões de pessoas - nos países mais pobres - irão enfrentar a fome nos próximos anos. Josette Sheeran, director executivo do UN World Food Programme afirma: «We are seeing food in many places in the world priced at fuel levels, being bought by energy markets for biofuels.»
Nada como continuarmos de olhos cerrados para ver o que por esse mundo fora vamos destruíndo… com as nossas decisões hercúleas de contribuir para um mundo melhor, mais justo e fraterno…
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BALELAS é o que me apraz dizer…

Museu de Caixas de Fósforos



Atenção filamenistas de plantão!!!
Vocês sabiam que existe um museu que abriga centenas de caixas de fósforos de várias partes do mundo, e de épocas remotas e atuais? Pois é! Ele fica na bela cidade de TOMAR em Portugal, e é uma das principais atrações do lugar. Inusitado e único, o museu é fruto de um colecionador aficcionado, que durante anos idealizou a exposição das caixas ao público.
Como muitos amigos já sabem, eu sou uma apaixonada por caixinhas de fósforo, tenho boas raridades em minha coleção, quem quiser saber mais sobre o museu em Tomar e sobre meus exemplares entre em contato!

Prêmio Nobel de Literatura 2009



Pela décima terceira vez, o Prêmio Nobel de literatura vai para um escritor de língua alemã. No caso, uma escritora, Herta Müller, poeta e romancista romena nascida em 1953 e proveniente da região do Banato, onde reside a minoria alemã de 0,3% da população.
Apesar de ter crescido sob o signo do exílio, em ambiente totalmente alemão, Herta estudou filologia, interessou-se pelo cruzamento entre a tradição literária germânica e romena e chegou a publicar livros de poesia em romeno.
O primeiro livro de contos que publicou, Niederungen (1982), foi censurado na Romênia, mas obteve reconhecimento imediato na Alemanha, para onde Herta imigrou em 1987 e desde então venceu a maioria do prêmios literários do velho continente, como o Kleist e o Impac.
Sua obra é marcada pela vivência com o regime totalitário do ditador Nicolae Ceaucescu. "A experiência mais marcante para mim foi viver sob o regime ditatorial na Romênia, simplesmente viver na Alemanha, a centenas de quilômetros de distância, não apaga as experiências passadas. Levei meu passado na bagagem quando parti e a lembrança daquelas ditaduras [da Europa Central] ainda são um tópico atual na Alemanha", declarou a escritora à imprensa."[A obra de Müller] É uma combinação de uma linguagem especial, por um lado, e o fato de que ela tem uma história para contar sobre como é crescer em uma ditadura, em uma minoria, em outro país".
A declaração do porta-voz da Academia Sueca após o anúncio do Nobel vem apenas reforçar a impressão que fica da influência política na decisão do vencedor. No Brasil, o único romance de Herta traduzido é O Compromisso (Globo).